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Oposição consegue aprovar voto impresso em comissão do Senado

Medida foi aprovada por 14 votos a favor e 12 contra, apesar da resistência do relator

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Oposição consegue aprovar voto impresso em comissão do Senado
Foto: divulgação

Em uma sessão tensa e com votação apertada, a Comissão de Constituiçãom e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (20) dois destaques de grande impacto ao projeto do novo Código Eleitoral. Por 14 votos a favor e 12 contra, os senadores acataram um destaque do Partido Progressista (PP) que institui a obrigatoriedade do voto impresso pela urna eletrônica. Uma demanda histórica de setores que questionam a segurança do sistema atual.

Além disso, em outra decisão significativa, a CCJ aprovou um destaque da bancada feminina que altera uma parte do texto original. O destaque mantém a obrigatoriedade de que os partidos preencham o mínimo de 30% de candidaturas femininas para cargos legislativos.

No entanto, exclui a punição à legenda em situações específicas. Onde, após o prazo legal, uma candidata desiste e não há outra mulher para substitui-la, tornando a vaga “irreparável”.

Voto Impresso é reivindicação histórica

Além disso, a aprovação do voto impresso reascende um debate que divide especialistas, políticos e a Justiça Eleitoral.

O projeto do Novo Código Eleitoral, com as alterações aprovadas, segue agora para análise em turno suplementar no Plenário do Senado. Se aprovado, ainda vai precisar ser votado pela Câmara dos Deputados antes de seguir para sanção presidencial. A expectativa é que o tema do voto impresso gere intensos debates no plenário da Casa.

Róbinson Gambôa

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Róbinson Gambôa

Experiênte jornalista, atua na região da Grande Florianópolis, se dedicando aos factuais do dia a dia e também a matérias mais autorais com foco em temas diversos. Entre suas especialisdades está a editoria de política e segurança publica. Gambôa também contribui com conteúdo esportivo.

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