
Há 24 anos, o mundo testemunhou um dos maiores atentados terroristas da história dos Estados Unidos. Em 11 de setembro de 2001, o grupo Al-Qaeda sequestrou quatro aviões comerciais, que colidiram intencionalmente contra alvos simbólicos do país. O saldo foi trágico: quase 3 mil pessoas morreram e 7 mil ficaram feridas.
Vítimas seguem sem identificação
Portanto, muitas vítimas continuam sem identificação. Mesmo com tecnologias avançadas de sequenciamento genético, o Gabinete do Médico Legista-Chefe de Nova York ainda trabalha na identificação de 1.100 restos mortais encontrados nos escombros das Torres Gêmeas. Nos últimos anos, 25 identidades foram confirmadas.
As últimas vítimas identificadas pelas autoridades foram Ryan Fitzgerald, corretor de 26 anos; Barbara Keating, de 72, que estava no Voo 11 da American Airlines. Dessa forma, a confirmação foi possível por meio de análise de DNA e de restos mortais.
“Nosso compromisso de identificar os desaparecidos e devolvê-los aos seus entes queridos permanece tão firme quanto antes. Cada nova identificação é uma prova da promessa da ciência e do contato contínuo com as famílias. Continuamos esse trabalho como nossa forma de honrar os que se foram”, afirmou o médico Jason Graham.
Ataque de 11 de setembro completa 24 anos
Os 19 terroristas responsáveis pelo ataque, 15 deles da Arábia Saudita, dois dos Emirados Árabes Unidos, um do Egito e um do Líbano, começaram a entrar nos Estados Unidos em janeiro de 2000. Quatro deles, inclusive, participaram de aulas de voo.
Assim, as autoridades apontaram Osama bin Laden como o idealizador do atentado. Por fim, Forças Especiais dos Estados Unidos mataram Bin Laden em 2011 em uma operação no Paquistão.

