
Uma adolescente de 16 anos, identificada como Mirella Kern, morreu na madrugada de quarta-feira (16), em Luiz Alves, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Segundo a Polícia Militar, Mirella havia ido dormir na noite anterior sem apresentar queixas ou sintomas aparentes. A corporação registrou inicialmente o caso como morte aparentemente natural.
Conforme os familiares, a adolescente não apresentava sintomas antes de dormir. Durante a madrugada, porém, a família acionou o atendimento de emergência. Quando os policiais chegaram à residência, o Corpo de Bombeiros já havia atendido a jovem e a levado ao Hospital de Luiz Alves. Na unidade, a equipe médica confirmou a morte.
PM não encontrou sinais de causa externa
Durante a averiguação, a Polícia Militar levantou informações sobre um histórico familiar de problemas cardíacos. Além disso, os policiais não encontraram, naquele momento, elementos que indicassem uma causa externa ou uma ação criminosa.
Por isso, a PM não acionou o Instituto Médico Legal (IML) nem a Polícia Científica. Em seguida, os policiais registraram a ocorrência em boletim e encaminharam as informações para as providências cabíveis.
Até o momento, a ocorrência permanece registrada como morte aparentemente natural. A informação disponível na matéria não aponta uma causa médica específica para a morte.
Escola suspende aulas após morte
Mirella estudava no 1º ano do Ensino Médio da Escola de Ensino Básico João Gaya. Após receber a notícia da morte, a direção comunicou a suspensão das aulas na noite desta quinta-feira (17).
Com a medida, colegas, amigos e professores poderão prestar solidariedade à família da estudante. Além disso, a escola informou que também suspenderia o atendimento administrativo da secretaria.
O velório de Mirella acontece às 20h desta quinta-feira (17). Já a escola prevê o retorno das aulas para sexta-feira (18).
Comunidade presta solidariedade
A morte inesperada da adolescente mobilizou a comunidade escolar de Luiz Alves. Enquanto a família se prepara para a despedida, a escola adotou a suspensão das atividades para permitir que estudantes e profissionais prestem apoio aos familiares.
A Polícia Militar, por sua vez, registrou o caso inicialmente como morte aparentemente natural e não identificou indícios de crime ou de causa externa durante o atendimento.

