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Vídeo de recém-nascido com DIU na mão viraliza: “Adiuson ou Diusinho”

Publicação gerou debate nas redes sociais sobre a eficácia do método contraceptivo

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Vídeo de recém-nascido com DIU na mão viraliza: “Adiuson ou Diusinho”
Foto: Reprodução / Redes sociais

Um vídeo postado pela médica Natália Rodrigues, de Nerópolis, na região central de Goiás, capturou a atenção da internet ao mostrar um recém-nascido segurando o Dispositivo Intrauterino (DIU) que não impediu sua gestação. A gravação, feita logo após o parto, já acumula mais de 40 mil visualizações. Veja:

O registro, filmado no Hospital Sagrado Coração de Jesus, mostra o bebê com o pequeno punho fechado, segurando o contraceptivo. A mãe, que usava o dispositivo há dois anos e fazia acompanhamento médico regular, engravidou mesmo assim, o que ilustra a falha do método.

O vídeo acompanhado da legenda “Segurando meu troféu de vitória: o DIU que não deu conta de mim!” gerou uma onda de comentários divertidos, como “Quando Deus quer, não há DIU que segure” e sugestões de nomes para o bebê, como “DIUsinho” e “ADIUson”.

Discussão sobre o método DIU

Apesar do tom bem-humorado, a médica Natália Rodrigues ressaltou que a situação serve como um alerta importante sobre a eficácia de métodos contraceptivos. O caso abriu um debate nas redes sociais sobre a necessidade de orientação médica e a conscientização de que nenhum método de prevenção é 100% eficaz.

O DIU é um pequeno aparelho, geralmente em forma de ‘T’, inserido no útero.

Existem dois tipos principais de DIU, e cada um funciona de uma maneira diferente para prevenir a gravidez:

  • DIU de cobre: o DIU de cobre não tem hormônios. Ele usa o cobre para criar um ambiente no útero que é tóxico para os espermatozoides, impedindo que eles cheguem ao óvulo. É um método que não interfere no ciclo menstrual natural, mas pode aumentar o fluxo e as cólicas em algumas mulheres.
  • DIU Hormonal: Este DIU libera pequenas doses do hormônio progesterona no útero. Esse hormônio faz com que o muco do colo do útero fique mais grosso (dificultando a passagem dos espermatozoides) e afina a parede do útero, impedindo que um óvulo fertilizado se fixe. A vantagem é que ele tende a diminuir o fluxo menstrual e as cólicas, podendo até mesmo fazer com que a mulher pare de menstruar.

Ambos os tipos de DIU são considerados extremamente seguros e eficazes, com uma taxa de falha inferior a 1%. Um profissional de saúde deve realizar a inserção. Além disso, é recomendável fazer um acompanhamento regular para garantir que o dispositivo esteja na posição correta.