
Pelo menos 139 migrantes morreram após o naufrágio de uma embarcação na costa do Djibuti, conforme informou a Organização Internacional para as Migrações neste domingo. O acidente ocorreu na noite entre 8 e 9 de outubro de 2026, nas proximidades da cidade de Obock. As equipes de resgate continuam as buscas por dezenas de desaparecidos enquanto prestam atendimento aos sobreviventes.
Resgate das vítimas do naufrágio
O número de óbitos subiu após a localização de mais trinta corpos na região costeira. O balanço anterior indicava cinquenta e dois homens, quarenta e duas mulheres e quinze crianças entre as vítimas fatais. Mais de oitenta pessoas conseguiram escapar com vida do naufrágio. Todos os sobreviventes resgatados possuem nacionalidade etíope, segundo os dados confirmados pelas autoridades migrativas.
Impacto humano e assistência
Representantes de organismos internacionais classificaram o episódio como uma perda de vidas devastadora. Assim, as equipes de emergência prestam suporte humanitário básico e atendimento médico aos sobreviventes. A tragédia destaca a vulnerabilidade dos indivíduos que recorrem a embarcações clandestinas e precárias em busca de novas perspectivas de vida.
Contexto da rota migratória
A travessia marítima entre o Djibuti e o Iêmen representa um dos caminhos mais perigosos para quem busca oportunidades de subsistência. Apesar dos alertas emitidos por agências humanitárias sobre os riscos da rota e a ação de redes de tráfico humano, o fluxo de pessoas permanece elevado na região. Por fim, especialistas reforçam que a escassez de recursos e a instabilidade nos países de origem continuam motivando essas viagens arriscadas.

