
A Polícia Federal confirmou o afastamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão, função em que o terceiro filho do ex-presidente Jair Bolsonaro atuava antes de entrar na vida política. A medida foi tomada devido ao excesso de faltas não justificadas ao trabalho. Agora, ele terá que devolver a arma de fogo e a carteira funcional em até cinco dias úteis.
Exilado nos Estados Unidos desde dezembro, Eduardo foi cassado e perdeu seu mandato de deputado federal na Câmara Federal. No dia 2 de janeiro, a Polícia Federal determinou então que ele retomasse sua função na Polícia Federai.
O despacho que o afasta da função na PF foi publicado nesta quinta-feira (26) pelo corregedor regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro. A decisão vale até o final do processo administrativo que investiga se Eduardo se ausentou do serviço de forma intencional e sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos. Depois disso, a medida deve ser confirmada como permanente.
Eduardo Bolsonaro iniciou no cargo de escrivão em Guajará-Mirim, no interior de Rondônia, em 2010, e seguiu até 2015, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, até tomar posse como deputado federal.

