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Jovem apresenta sinais de vida durante velório e caso gera investigação

Família questiona diagnóstico de morte, enquanto autoridades explicam possível reação pós-morte

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Jovem apresenta sinais de vida durante velório e caso gera investigação
Foto: Redes Sociais/Reprodução

Uma jovem de 27 anos apresentou sinais de vida durante o próprio velório na madrugada de sexta-feira (13), em Angra dos Reis, após ter sido declarada morta por um hospital da cidade, o que levou a família a questionar o diagnóstico e cobrar apuração sobre possível falha médica.

Reação no velório causa desespero

Segundo familiares, a jovem abriu os olhos e emitiu sons semelhantes a uma tosse enquanto estava no caixão. Imediatamente, o ambiente de despedida virou cenário de pânico. Pessoas choraram, gritaram e tentaram entender o que estava acontecendo.

Diante da situação, os parentes agiram rápido. Primeiro, buscaram ajuda em uma unidade de saúde próxima. No entanto, segundo eles, o profissional de plantão não se deslocou até o local. Em seguida, acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Quando a equipe chegou, já por volta das 4h, a jovem não apresentava mais sinais vitais.

Família questiona diagnóstico

Com isso, a família passou a levantar uma hipótese grave. Para os parentes, a jovem poderia não estar morta quando deixou o hospital. Eles acreditam que ela poderia estar em estado de coma ou com sinais vitais não identificados corretamente.

Por isso, os familiares decidiram buscar responsabilização judicial. Além disso, querem que o caso seja investigado com rigor para esclarecer se houve erro médico.

Autoridades apresentam versão técnica

Por outro lado, a prefeitura informou que a morte foi confirmada ainda no hospital. Segundo a administração, a equipe médica realizou avaliação clínica e exame de eletrocardiograma após uma parada cardiorrespiratória.

Além disso, o poder público destacou um ponto importante. Movimentos como abrir os olhos ou emitir sons podem ocorrer após a morte. Esse tipo de reação, conhecido como reflexo pós-morte, acontece por atividade residual do sistema nervoso.

Ou seja, apesar de impressionar, esse fenômeno não indica retorno à vida.

Caso repercute e levanta debate

Enquanto isso, o caso se espalhou rapidamente nas redes sociais. Como resultado, o episódio reacendeu discussões sobre protocolos médicos e sobre a segurança na confirmação de óbito.

Ao mesmo tempo, especialistas alertam que reações involuntárias podem confundir familiares, principalmente em momentos de forte emoção. Ainda assim, a repercussão pressiona por mais transparência e clareza nos procedimentos médicos.

Desfecho ainda em aberto

Agora, o caso segue cercado de dúvidas. De um lado, a dor da família exige respostas. Do outro, a explicação técnica tenta trazer racionalidade a um episódio que choca.

No fim das contas, a investigação deve definir o rumo da história. Ou confirma um fenômeno raro, ou revela uma falha que não poderia acontecer.

Ismael Melo

Sobre o autor

Ismael Melo

Jornalista do Guararema News, Ismael Melo atua na Grande Florianópolis com foco na cobertura de economia e política regional e nacional. Também produz conteúdos sobre acontecimentos factuais, esportes e temas de repercussão no Brasil. Além disso, possui experiência em radiojornalismo, comunicação institucional, produção audiovisual, podcasts e gestão de conteúdo para diferentes plataformas.

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