
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, votou na manhã deste domingo (4), em Brasília. Antes de registrar o voto, ele acompanhou a emissão da zerésima, documento que comprova que a urna eletrônica inicia a votação sem nenhum voto registrado.
Nunes Marques votou por volta das 8h, no Colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Lago Sul. Como solicitou voto em trânsito, o ministro participou da eleição fora do seu domicílio eleitoral.
Logo depois, ele falou sobre o andamento das Eleições 2026. Segundo o presidente do TSE, a Justiça Eleitoral adotou as medidas necessárias para garantir o funcionamento da votação em todo o país.
Além disso, Nunes Marques afirmou que a expectativa é de normalidade ao longo deste primeiro turno.
O que disse o presidente do TSE?
Ao comentar a preparação para as eleições, Nunes Marques destacou o trabalho realizado pela Justiça Eleitoral nas diferentes regiões brasileiras.
Segundo ele, as equipes precisaram agir previamente diante de situações climáticas que poderiam afetar a votação.
No Norte, por exemplo, algumas regiões enfrentaram períodos de seca. Já no Sul, as chuvas exigiram atenção redobrada das autoridades eleitorais.
Por isso, a Justiça Eleitoral antecipou medidas, deslocou urnas e, em alguns locais, também precisou alterar seções eleitorais.
Dessa forma, segundo o presidente do TSE, as equipes chegaram ao domingo de votação com as principais providências já adotadas.
O que é a zerésima?
Antes de votar, Nunes Marques também acompanhou a emissão da chamada zerésima.
A urna eletrônica imprime esse documento antes de receber o primeiro voto do dia. Assim, a zerésima mostra que o equipamento começa a eleição sem nenhum voto registrado.
Além disso, o documento apresenta a identificação da urna e relaciona as candidaturas, todas com zero voto naquele momento.
Depois da impressão, os integrantes da mesa receptora e os fiscais presentes podem conferir e assinar o documento.
Com isso, a Justiça Eleitoral registra formalmente a situação da urna antes do início da votação.
Por que a Justiça Eleitoral emite a zerésima?
A Justiça Eleitoral utiliza a zerésima como um dos mecanismos de fiscalização e transparência do processo eleitoral.
Por meio dela, mesários, fiscais e demais pessoas autorizadas conseguem verificar que a urna começa o dia sem votos armazenados.
Além disso, a Justiça Eleitoral emite o documento antes da abertura oficial da seção.
Somente depois dessa conferência, a equipe libera a urna para receber os votos dos eleitores.
Assim, a zerésima funciona como um registro inicial do equipamento antes do começo efetivo da votação.
Quando começou a votação?
A votação começou oficialmente às 8h deste domingo, pelo horário de Brasília.
As urnas permanecem abertas até as 17h. No entanto, quem entrar na fila até esse horário ainda poderá votar.
Neste primeiro turno, os eleitores escolhem presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual ou distrital.
Por isso, desde as primeiras horas da manhã, a Justiça Eleitoral acompanha o funcionamento das seções em todo o país.
A emissão da zerésima marcou uma das primeiras etapas desse processo. Na sequência, Nunes Marques registrou o próprio voto e acompanhou de perto a abertura das Eleições 2026 em Brasília.

