
Ser mulher, mãe de humanos e mãe de pets é um desafio triplo e constante, não só pelas missões diárias relativas à maternidade, mas pelas dificuldades em tirar um tempo para brincar com os filhos e com os pets, e ainda cuidar da saúde dos animais de estimação, sem esquecer dos fihos, e de si própria também.
Neste Dia das Mães vamos falar de uma mãezona e protetora independente de animais, Clarice Dumke.
Ela reside em Penha, litoral Norte de Santa Catarina, é mãe do Eduardo, 19, Sophia, 07 anos, 24 gatos e 05 cães. “Ser mãe de pet também é um papel importante e desafiador”.


Dobre os desafios de ser mãe, Clarice atribui o futuro a sua maior preocupação. “O que pode acontecer caso não esteja mais aqui. Quem vai cuidar dos meus filhos? Como ficarão meus animais de estimação”?
A falta de apoio para a causa animal, é fator preocupante também, requer coragem e dedicação. “Resgatar cães e gatos abandonados ou em situação de risco, dar a devida assistência e encaminhar para adoção responsável sem uma contrapartida do Poder Público é desafiador”.
“Mas apesar das inseguranças e dos desafios, aprendo todos os dias com essa tropinha, a me tornar um ser humano melhor”, finaliza Clarice.
Através da Clarice, prestamos nossa homenagem a todas as mães!


A Data
Como o Dia das Mães chegou ao Brasil
No Brasil, o Dia das Mães é comemorado no segundo domingo do mês de maio, assim como nos Estados Unidos, Japão e Itália.
O primeiro dia das mães foi comemorado no Brasil em 1918, por iniciativa da Associação Cristã de Moços, de Porto Alegre.
Entretanto, a data foi oficializada no Brasil em 1932, no governo de Getúlio Vargas.
Mais tarde, em 1947, o Arcebispo Dom Jaime de Barros Câmara, determinou que o dia fizesse parte também do calendário oficial da Igreja Católica.

