
A Apple marcou para o dia 4 de março um evento global que sinaliza uma mudança de estratégia: o foco agora é o custo-benefício. Com encontros em Nova York, Xangai e Londres, a empresa inicia uma “blitz” de lançamentos para tentar dominar o segmento de entrada e os mercados emergentes, como o Brasil, ainda no primeiro semestre de 2026.
Novidades da Apple
O grande trunfo da marca para ganhar volume de vendas é o iPhone 17e. Portanto, o dispositivo substitui o atual 16e e mantém o preço de US$ 599 (aproximadamente R$ 3.000 em conversão direta).
Além do celular, a Apple prepara um MacBook de baixo custo. O computador terá tela menor que 13 polegadas e utilizará um processador da classe do iPhone. Assim, o objetivo é enfrentar os laptops Windows baratos e os Chromebooks, atraindo estudantes e o setor corporativo.
iPads mais baratos agora têm IA
Portanto, a linha de tablets também segue a tendência de democratização da tecnologia:
- iPad de entrada: Recebe o chip A18, tornando-se o modelo mais barato a suportar o Apple Intelligence (a IA da Apple).
- iPad Air: Atualizado com o chip M4.
- iPad mini: Ganha, finalmente, uma tela OLED.
- Recorde de vendas impulsiona ofensiva
Essa movimentação ocorre após a Apple registrar um lucro trimestral de US$ 42,1 bilhões, impulsionado por um salto de 23% nas vendas de iPhones. Mesmo com o sucesso, a empresa acelera o passo no software com o iOS 26.4, que já está em fase beta para desenvolvedores e traz atualizações importantes para a Siri.

