
A emissora afiliada da Band em Ribeirão Preto (SP) anunciou neste sábado (07) a morte do jornalista e apresentador Manoel Branco, de 57 anos, poucos minutos depois da exibição do programa que ele comandava na grade da televisão. O comunicado ocorreu durante o telejornal da emissora e surpreendeu o público porque muitos telespectadores ainda haviam acabado de assistir à atração. A suspeita inicial é de que o comunicador tenha sofrido um infarto em casa.
Anúncio ocorreu durante telejornal
Logo no início da edição do telejornal local, o apresentador André Costa informou ao público que Manoel Branco havia morrido pouco antes da transmissão. Com isso, a notícia ganhou grande repercussão entre telespectadores e profissionais da comunicação da região.
Além disso, o impacto foi ainda maior porque o programa apresentado por Branco havia sido exibido normalmente minutos antes. Portanto, quem acompanhava a programação da emissora recebeu a notícia com surpresa e emoção.
Morte repentina
De acordo com as primeiras informações divulgadas pela emissora, Manoel Branco foi encontrado sem vida em sua residência em Ribeirão Preto. A suspeita inicial aponta para um infarto.
Até o momento do anúncio, familiares ainda não haviam divulgado detalhes sobre velório e sepultamento. Enquanto isso, colegas de trabalho e profissionais da imprensa regional começaram a publicar mensagens de pesar nas redes sociais.
Carreira na comunicação regional
Manoel Branco construiu uma trajetória longa na comunicação do interior paulista. Ao longo da carreira, ele trabalhou em rádios e emissoras de televisão da região de Ribeirão Preto.
Com o tempo, consolidou seu nome como apresentador de programas jornalísticos, culturais e de entretenimento. Além disso, desenvolveu uma relação próxima com o público local, o que ajudou a fortalecer sua presença na televisão regional.
Por isso, a morte repentina do comunicador provocou forte comoção entre colegas de profissão e telespectadores que acompanhavam seu trabalho diariamente.
Assim, a despedida do apresentador marca o fim de uma trajetória relevante na comunicação regional e deixa um vazio entre os profissionais e o público que o acompanhava.

