
A esposa de Alberto Cowboy, participante do BBB 26, denunciou ameaças e ataques virtuais após internautas afirmarem que acionaram o serviço de imigração dos Estados Unidos contra a família, nos últimos dias, depois de um conflito do brother dentro do reality. A situação ganhou força rapidamente nas redes sociais e levou a família, que mora na Flórida, a se manifestar para negar qualquer irregularidade e alertar sobre o impacto real desse tipo de mobilização virtual.
Conflito no reality desencadeou ataques
Tudo começou depois de uma discussão intensa entre Cowboy e outra participante dentro da casa. Logo em seguida, torcidas passaram a atacar o brother fora do jogo. Além disso, muitos usuários decidiram investigar a vida pessoal dele e da família.
Com isso, surgiram mensagens que incentivavam denúncias ao serviço de imigração dos Estados Unidos, conhecido como ICE. Alguns internautas afirmaram publicamente que registraram denúncias. Outros pediram a deportação da esposa e da filha do participante. Assim, a rivalidade do programa ultrapassou a televisão e atingiu diretamente a vida pessoal da família.
Esposa reage, se posiciona e aciona apoio jurídico
Diante da repercussão, Priscilla Monroy, esposa de Cowboy, reagiu imediatamente. Ela afirmou que vive legalmente no país e que possui cidadania americana. Além disso, explicou que a filha nasceu nos Estados Unidos, o que garante situação regular.
Em seguida, ela classificou os ataques como graves e preocupantes. Segundo ela, o tema da imigração envolve medo, insegurança e sofrimento para muitas famílias. Por isso, afirmou que transformar esse assunto em arma de ataque revela irresponsabilidade e crueldade.
Além disso, ela informou que reuniu provas das ameaças e encaminhou o caso para análise jurídica. O objetivo, segundo ela, é responsabilizar quem ultrapassou os limites.
Família tenta conter repercussão e seguir rotina
Apesar da pressão virtual, a família segue morando normalmente nos Estados Unidos. Até agora, nenhuma autoridade confirmou investigação oficial. Ainda assim, o episódio gerou medo e preocupação, principalmente pelo alcance e pela intensidade das mensagens.
Ao mesmo tempo, o caso reacende um alerta importante. Reality shows geram paixão, torcida e conflito. No entanto, quando o público transforma entretenimento em perseguição pessoal, o impacto deixa de ser simbólico e passa a ser real.
No fim, a situação expõe um limite cada vez mais tênue entre o jogo e a vida. E mostra, com clareza, que o ódio digital pode atravessar telas, fronteiras e atingir famílias inteiras.

