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Ator Sidney Sampaio foi vítima do ‘boa noite, Cinderela’ com prejuízo de R$ 30 mil

Artista segue internado no Rio de Janeiro após cair do 5º andar de um hotel

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Ator Sidney Sampaio foi vítima do ‘boa noite, Cinderela’ com prejuízo de R$ 30 mil
Foto: divulgação

O ator Sidney Sampaio, de 43 anos, segue internado no Hospital Miguel Couto, no Rio de Janeiro, após ter caído de uma janela do quinto andar de de um hotel em Copacabana.  Videos que circulam pelas redes sociais desde sexta-feira (4) mostram o artista caido no chão sendo atendido por socorristas.

Colegas de trabalho de Sidney revelaram que o ator estava muito abatido, desde que sofreu em março do ano passado um golpe do “Boa Note, Ciderela”, no qual arcou com um prejuízo de R$ 30 mil.

“Era um dia em que estava fazendo aquele sol e decidi ir à praia. Saí de casa e parei num quiosque para tomar uma cerveja. Alguém colocou alguma coisa na borda ou dentro, não sei como funciona isso. Me lembro que havia uns garotos ao meu redor. No mais, só vêm umas imagens desfocadas. Fui retomar consciência em casa, à noite. Lembro da minha mãe brigando comigo (Edna Sampaio, de 65 anos), achando que eu estava bêbado. Ela achou que eu estava alcoolizado. Perguntou como eu tinha feito isso. A gente inclusive brigou seriamente porque ela estava me acusando de algo que eu não tinha feito. Eu estava completamente grogue, mesmo depois de ter acordado. Ela me contou que eu também fiquei agressivo. Tudo isso deve ser efeito da substância porque eu só tinha bebido uma cerveja”, revelou o ator à jornalista Patricia Kogut.

“Passei mal durante quatro dias. Tomava banho e ainda sentia os efeitos. Por um tempo, fiquei me perguntando: ‘Será que bebi demais e não lembro?’. Mas de fato não foi isso. Colocaram alguma coisa na bebida. No dia seguinte, perguntei à minha mãe como eu tinha chegado em casa. Eu estava sem meu carro, ele não estava na garagem. Fiz boletim de ocorrência só do roubo do carro porque não tinha me dado conta do que de fato tinha acontecido, mas dias depois o encontrei do outro lado do Recreio. Não era ali que eu tinha parado. Aí entendi que rodaram comigo, levaram meus cartões, tentaram pegar a senha deles, mas eu não lembrava. Minha carteira, meus óculos de sol, tudo o que eu tinha de valor também foi embora. O carro (uma picape Amarok) estava 0 km. Por ter avisado à seguradora sobre o roubo, ele desvalorizou R$ 30 mil quando vendi. Tive esse prejuízo”, explicou.

Róbinson Gambôa

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Róbinson Gambôa

Experiênte jornalista, atua na região da Grande Florianópolis, se dedicando aos factuais do dia a dia e também a matérias mais autorais com foco em temas diversos. Entre suas especialisdades está a editoria de política e segurança publica. Gambôa também contribui com conteúdo esportivo.

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