
A defesa de Alexandre Correa pediu à Justiça de São Paulo, nesta segunda-feira (02), o bloqueio de valores em nome de Edu Guedes, porque o chef não quitou, dentro do prazo, os honorários fixados em um processo já encerrado, decisão que transitou em julgado no fim de 2025.
Pedido vai direto ao ponto
Primeiro, o advogado de Correa informou ao juízo que o pagamento não ocorreu. Em seguida, solicitou a constrição de ativos para assegurar o cumprimento da ordem. A estratégia é simples e objetiva: garantir que a dívida seja paga sem novas etapas de discussão.
Entenda a origem da cobrança
A disputa começou após declarações públicas de Correa sobre o relacionamento de Guedes com Ana Hickmann. Depois disso, o caso chegou à Justiça. Em novembro de 2025, o Judiciário afastou a configuração de crime nas falas analisadas. Ainda assim, a sentença estabeleceu honorários de sucumbência.
Logo após o trânsito em julgado, abriu-se o prazo para pagamento. Contudo, segundo a defesa de Correa, o valor não foi depositado. Por isso, veio o pedido de bloqueio.
Quanto está em jogo
O montante é de aproximadamente R$ 3,4 mil, já com atualização. Embora seja um valor baixo, a medida tem peso simbólico e jurídico. Ela reforça que decisões definitivas precisam ser cumpridas, mesmo quando envolvem figuras públicas.
Próximo passo
Agora, cabe ao juiz avaliar o pedido e decidir se autoriza o bloqueio. Enquanto isso, o processo ganha um novo capítulo e mantém o embate em evidência.
No fim das contas, a ação mostra que, além das disputas públicas, a execução das decisões judiciais também entra no radar quando o prazo estoura.

