
O índice FipeZap, que monitora preços de imóveis residenciais e comerciais em todo o país, relativo ao mês de setembro de 2023, apresenta uma curiosidade. Conforme a avaliação, se o bairro Agronômica, em Florianópolis fosse uma cidade, poderia ser a mais cara o Brasil. A área nobre fica na região central da Ilha e tem o valor do metro quadrado custando, em média, R$ 12.926.
Conforme o FipeZap, esse valor é mais alto que a média geral de Balneário Camboriú, que, em se tratando de cidade, por mais um ano segue com o metro quadrado mais caro do Brasil. O valor da área no bairro da Capital é R$ 491 mais alto que a média da cidade do Litoral Norte, onde o metro quadrado foi orçado em R$ 12.435.
Depois da Agronômica, segundo a aferição do índice, as regiões mais caras de Florianópolis são Córrego Grande; Centro, Itacorubi e Trindade, com preços do metro quadrado oscilando ente R$ 10,6 mil e R$ 11 mil.
Confira a seguir a avaliação de preços por metro quadrado nos 10 bairros mais valorizados na capital catarinense, segundo pesquisado pelo índice FipeZap:
- Agronômica – R$ 12.926
- Córrego Grande – R$ 11.097
- Centro – R$ 11.032
- Itacorubi – R$ 10.756
- Trindade – R$ 10.681
- Saco dos Limões – R$ 9.276
- Estreito – R$ 8.751
- Coqueiros – R$ 8.600
- Ingleses do Rio Vermelho – R$ 8.078
- Capoeiras – R$ 6.831
Assim como o nacional, o ranking de valorização por metro quadrado em Santa Catarina também é liderado por Balneário Camboriú. Em segundo lugar, está Itapema, também no Litoral Norte e em terceiro, Florianópolis. Conforme a avalição feita em setembro as sete cidades mais caras do estado são:
- Balneário Camboriú – R$ 12.435
- Itapema – R$ 11.863
- Florianópolis – R$ 10.448
- Itajaí – R$ 10.277
- São José – R$ 6.835
- Joinville – R$ 6.328
- Blumenau – R$ 5.907

