
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) informou que mais de R$ 20 bilhões devem voltar para os cofres do Tesouro Nacional se não forem sacados, até o dia 20 de agosto, por trabalhadores que têm direito ao resgate, ou seus herdeiros. O dinheiro provém de antigos fundos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), cujas cotas passaram para o FGTS.
Segundo cálculo do Ministério do Trabalho, cerca de 10,5 milhões de pessoas que têm recursos disponíveis ainda não sacaram. A média por cotista é de R$ 2,4 mil. Podem sacar os recursos trabalhadores que atuaram com carteira assinada entre 1971 e 1988. A consulta pode ser realizada pelo aplicativo do FGTS.
Se houver dinheiro a receber, um aviso será mostrado no app. A solicitação de saque, por meio de crédito em conta ou de forma presencial, em uma agência, poder ser feita no próprio aplicativo. O dinheiro pode ser sacado por dependentes e herdeiros, em caso de morte do titular.
O resgate ainda poderá ser realizado em até 5 anos pelo trabalhador cotista, mesmo após o recurso ser transferido para o Tesouro. Após esse prazo, o crédito será dado como perdido.

