
As investigações sobre a morte do cão “Orelha” levantam dúvidas sobre a imparcialidade do processo em Santa Catarina. Familiares dos jovens envolvidos ocupam cargos de alto escalão no Judiciário, incluindo desembargadores, juízes e promotores, segundo a jornalista Patrícia Calderon, do programa Melhor da Tarde.
A proximidade dos acusados com o Judiciário gerou apreensão entre testemunhas e pessoas que buscam justiça pelo animal. Porteiros que presenciaram o crime podem se sentir coagidos a não depor, diante da influência dos investigados sobre órgãos de fiscalização e julgamento.
O caso preocupa autoridades e especialistas. Eles alertam para riscos à segurança das testemunhas e à lisura das investigações locais.
O Ministério Público identificou lacunas no inquérito sobre a morte do cão. O órgão pediu novos esclarecimentos às autoridades responsáveis pelo caso. O objetivo é entender melhor as circunstâncias do crime e avaliar eventuais responsabilidades.

