
A PRF analisou milhares de registros e constatou que a desatenção lidera com folga. Os agentes explicam que muitos motoristas se distraem com o celular, conversas paralelas, rádio e até com o próprio GPS. Além disso, eles reforçam que, enquanto o fluxo aumenta, qualquer descuido se transforma rapidamente em colisão.
Logo depois aparecem causas que também dependem diretamente do comportamento de quem dirige. O excesso de velocidade cresce em várias regiões, as ultrapassagens arriscadas continuam frequentes e a imprudência ainda define boa parte dos casos mais graves.
Trechos mais perigosos do Estado
As rodovias federais de Santa Catarina seguem com pontos críticos que concentram acidentes. A BR-101, mais movimentada do Estado, registra boa parte das colisões e lidera o ranking de mortes. Em seguida, surgem trechos da BR-282, BR-470, BR-280 e BR-116, onde o tráfego intenso combinado com desatenção cria um cenário ainda mais perigoso.
Estrada ruim pesa, mas comportamento pesa mais
Embora a estrutura das rodovias influencie os riscos, especialistas apontam que os motoristas seguem como protagonistas nos acidentes. Eles afirmam que, mesmo com melhorias em alguns trechos, o índice de imprudência permanece alto.
Dessa forma, a necessidade de educação no trânsito fica evidente. Investir em campanhas contínuas, ampliar a fiscalização e incentivar atitudes responsáveis aparece como caminho urgente para reduzir os números.
Consciência no volante salva vidas
Ao final, a PRF lembra que cada número da estatística representa alguém que não voltou para casa. Por isso, dirigir com atenção, respeitar os limites e evitar distrações simples pode mudar completamente o cenário nas estradas.
A redução dos acidentes depende de todos. Quando cada motorista assume sua responsabilidade, o trânsito flui melhor e vidas são preservadas.

