
A Justiça catarinense condenou um padrasto a 19 anos, sete meses e seis dias de prisão por estupro de vulnerável contra a própria enteada, no Alto Vale do Itajaí. Apesar da gravidade do crime e da pena em regime fechado, o juiz autorizou que o réu recorra da sentença em liberdade. Ou seja, ele não ficará preso neste primeiro momento.
Abusas contra enteada
Os abusos ocorreram entre julho e outubro de 2016. Segundo a denúncia do Ministério Público (MPSC), o homem aproveitava a convivência dentro de casa e sua autoridade como padrasto para cometer os crimes de forma repetida. A vítima tinha apenas 11 anos na época dos fatos.
Ameaças do padrasto
A investigação policial confirmou que os atos aconteciam sempre que a criança ficava sob os cuidados dele. Além da violência, o agressor fazia ameaças. Ele dizia que mataria a mãe e o irmão da menina, deixando-a por último para que visse as mortes. No entanto, o juiz declarou que a punição por essas ameaças prescreveu, já que o crime foi cometido há dez anos.
Além da condenação à prisão, o réu terá que pagar uma indenização por danos morais à vítima. Por fim, se você conhece alguma criança em situação de risco, denuncie:
- Disque 100 (Direitos Humanos)
- Disque 181 (Polícia Civil)
- Disque 190 (Polícia Militar)

