
Neste sábado (13). Um bebê de cerca de um ano apareceu sozinho em uma rua de Três Coroas (RS), no Vale do Paranhana, durante a madrugada. A criança vestia apenas um pijama, estava descalça, suja e chorava. Um morador que seguia para o trabalho percebeu a situação, parou imediatamente e acionou a Brigada Militar e o Conselho Tutelar. A Polícia Civil investiga o caso para esclarecer as circunstâncias.
Encontro na rua e primeiros cuidados
Por volta das 5h, o morador caminhava pelo loteamento residencial quando notou a criança no meio da rua. Nesse momento, ao perceber que o bebê estava sem qualquer adulto por perto, ele se aproximou, acolheu a criança e, em seguida, pediu ajuda. Logo depois, avisou as autoridades, o que garantiu atendimento rápido e seguro.
Atuação do Conselho Tutelar
Logo depois, equipes da Brigada Militar e do Conselho Tutelar chegaram ao local. Os agentes acolheram o bebê, prestaram os primeiros cuidados e o levaram para avaliação médica. Assim, os profissionais confirmaram que a criança estava fora de perigo naquele momento.
Versão apresentada pela família
Após o resgate, o Conselho Tutelar iniciou o acompanhamento do caso. A mãe foi localizada pouco tempo depois e prestou esclarecimentos iniciais. Segundo ela, acreditava que o filho dormia em casa. Além disso, relatou que o companheiro poderia ter saído com a criança. A Polícia Civil ouviu a versão e segue analisando os relatos.
Investigação em andamento
Agora, a Polícia Civil conduz a investigação para entender como o bebê saiu de casa e permaneceu sozinho na rua durante a madrugada. Os investigadores apuram se houve negligência ou abandono e devem ouvir testemunhas nos próximos dias. Enquanto isso, os órgãos de proteção acompanham de perto a situação da criança.
Alerta para situações de vulnerabilidade
O caso reforça a importância da atenção redobrada com crianças pequenas, especialmente durante a noite. As autoridades orientam que qualquer situação semelhante seja comunicada imediatamente aos órgãos de segurança ou ao Conselho Tutelar.
A investigação segue em andamento, com foco na proteção do bebê e no esclarecimento completo dos fatos.

