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Brasil já tem mais de 3 milhões de casos de dengue em 2024

Desde o início do ano, foram registradas 1.256 mortes pela doença

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Brasil já tem mais de 3 milhões de casos de dengue em 2024
Foto: Divulgação

Desde o início do ano, o Brasil registrou 3.062.181 casos prováveis de dengue. Esse número já é quase o dobro do total do ano passado, que detectou 1,6 milhão de casos. Em Santa Catarina, somente neste ano foram registrados 132.842 casos prováveis de dengue, com 75 mortes até o momento, conforme dados desta quarta-feira (10) da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE).

Eo todo o País, foram 1.256 mortes por dengue desde o início do ano. Além disso, investiga-se outros 1.857 óbitos.

O Ministério da Saúde divulgou esses números nesta quarta-feira (10) por meio do Painel de Monitoramento das Arboviroses.

Segundo o Ministério da Saúde, nove unidades federativas têm mostrado uma tendência de queda consolidada nos números de casos de dengue: Acre, Roraima, Amazonas, Tocantins, Goiás, Piauí, Minas Gerais, Espírito Santo e Distrito Federal.

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Além de Santa Catarina, outros 12 estados mostram tendência de estabilidade: Rondônia, Pará, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Alagoas, Bahia, Maranhão, Pernambuco e Sergipe continuam mostrando uma tendência de aumento no número de casos. O Ministério da Saúde divulgou esses números nesta terça-feira (9).

Atenção aos sintomas

O Ministério da Saúde orienta os familiares e profissionais de saúde para que fiquem atentos aos sinais de alerta da doença como febre, dor no corpo e nas articulações, dor atrás dos olhos, mal estar, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo. 

Em casos de sinais ou sintomas, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde. Também é importante não tomar medicamentos sem orientação médica, porque alguns podem piorar o quadro de dengue. 

“As mortes por dengue são evitáveis. Temos trabalhado em apoio aos estados e municípios, que fazem o diagnóstico e o tratamento, para que possamos reduzir juntos os casos de óbito”, ressaltou Ethel. 

Com informações da Agência Brasil