
Um incêndio atingiu um prédio da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife, na noite desta quarta-feira (7), e prejudicou pesquisas científicas. O imóvel abrigava laboratórios de fármacos, informática e genética. Os bombeiros controlaram as chamas por volta das 6h desta quinta-feira (8), sem registro de vítimas.
Como o fogo avançou?
A UFPE chamou os bombeiros assim que identificou o incêndio. No entanto, segundo a universidade, os produtos armazenados no prédio favoreceram a propagação das chamas. Com isso, o fogo avançou rapidamente e causou grandes danos.
Para conter o incêndio, a corporação enviou cinco viaturas ao campus, na Cidade Universitária. As equipes combateram as chamas durante a madrugada, mas as autoridades ainda não haviam esclarecido a causa do fogo.
Quais pesquisas o incêndio afetou?
Segundo o reitor Alfredo Gomes, o prédio reunia materiais e dados de diferentes áreas, alguns acumulados ao longo de até 20 anos. Além disso, os laboratórios abrigavam cerca de R$ 100 milhões em equipamentos.
Esse valor, porém, corresponde aos equipamentos que estavam no imóvel, e não ao prejuízo confirmado. Por isso, a universidade ainda precisa identificar o que as chamas destruíram e dimensionar as perdas.
O que acontece agora?
O reitor esteve no campus e acompanhou o trabalho dos bombeiros. Agora, a UFPE avaliará as condições do prédio e os danos causados pelo incêndio.
Enquanto isso, a instituição manifestou solidariedade aos pesquisadores, professores e estudantes que trabalhavam no local. A universidade também lamentou o impacto do fogo sobre as pesquisas científicas.

