
A musa da Acadêmicos do 3º Milênio afirmou, nesta quinta-feira (22), que não pretende repetir erros no Sambódromo após ser hospitalizada por usar supercola para colar um tapa-sexo durante o desfile do Carnaval 2026, no Sambódromo do Anhembi. O episódio ganhou repercussão porque expôs riscos à saúde em meio à pressão estética da festa.
Decisão improvisada levou ao atendimento médico
Durante a apresentação, a musa optou por uma solução improvisada para manter a fantasia no lugar. Em seguida, a escolha cobrou seu preço. A cola causou complicações imediatas e, por isso, a equipe médica precisou intervir logo após o desfile. O atendimento confirmou que o risco foi real e evitável.
Aprendizado depois do susto
Depois da alta, a musa falou com franqueza. Ela reconheceu o erro, assumiu a responsabilidade e, sobretudo, afirmou que aprendeu com a experiência. Segundo a integrante, a estética não pode se sobrepor à saúde. Por isso, ela garante que vai adotar critérios mais seguros nas próximas apresentações.
Pressão estética volta ao centro do debate
Além do caso individual, o episódio reacende uma discussão antiga. A pressão por corpos perfeitos, fantasias mínimas e performances impecáveis segue forte no Carnaval. Como resultado, muitos integrantes recorrem a improvisos perigosos. Especialistas alertam que práticas desse tipo podem causar ferimentos graves e sequelas.
Agora recuperada, a musa reforça que seguirá no Carnaval, porém com mais responsabilidade. A mensagem é direta, saúde primeiro, espetáculo depois.

