
A websérie “Ausências: as histórias por trás do Mapa do Feminicídio”, produzida pelo Ministério Público de Santa Catarina, resgata a história de Ana Kémilli Taques Krindges, de 14 anos, assassinada em Campo Belo do Sul. Ao longo dos episódios, a produção reúne depoimentos, documentos e reconstituições; assim, amplia a visibilidade da violência de gênero.
Detalhes do caso reforçam brutalidade
Segundo as investigações, o autor do crime não aceitou a recusa de Ana Kémilli em manter um relacionamento e, por isso, planejou a ação com a ajuda de outros envolvidos. Eles atraíram a adolescente até um local isolado; em seguida, cometeram o assassinato por estrangulamento. Depois, ocultaram o corpo em uma área de mata, onde ele foi encontrado dois dias após o desaparecimento, amarrado e coberto por folhas secas.
Relatos emocionam e humanizam o caso
Ao mesmo tempo, familiares e amigos descrevem quem era Ana Kémilli antes do crime. Eles destacam seus sonhos, sua rotina e sua personalidade; além disso, reforçam que a vítima não pode ser reduzida a números. Consequentemente, os depoimentos evidenciam o impacto profundo da perda na família.
Narrativa reconstrói o crime
Em seguida, a websérie apresenta os momentos que antecederam o feminicídio. Conforme a produção, os envolvidos atraíram a adolescente após ela recusar um relacionamento; depois, cometeram o crime e ocultaram o corpo, encontrado dias mais tarde.
Promotores detalham atuação
Além disso, promotores que atuaram no caso explicam como conduziram a investigação e a acusação. Eles destacam a vulnerabilidade da vítima e a motivação do crime; por outro lado, também apontam os desafios enfrentados até a responsabilização dos autores.
Série reforça conscientização
Por fim, a websérie provoca reflexão sobre o feminicídio e suas consequências. Dessa forma, ao apresentar histórias reais, a iniciativa busca sensibilizar a sociedade e reforçar a importância de combater a violência contra mulheres.

