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Suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco é preso pela PF

Marielle Franco foi eleita vereadora do Rio de Janeiro em 2016 com cerca de 40 mil votos

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Suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco é preso pela PF
Foto: Reprodução

Na manhã desta segunda-feira (24), a Polícia Federal e o Ministério Público do Rio de Janeiro deflagraram a operação Élpis, relacionada à morte da vereadora Marielle Franco, do motorista Anderson Gomes e à tentativa de homicídio contra a assessora Fernanda Chaves. Na ação, o ex-bombeiro Maxwell Corrêa foi preso.

Segundo informações, o suspeito é amigo de Ronnie Lessa, acusado e preso pelas mortes de Marielle e Anderson. Em 2021, Maxwell foi condenado a quatro anos de prisão acusado de atrapalhar as investigações. A pena estava sendo cumprida em regime aberto. Ele teria escondido em seu carro as armas do crime, que estavam no apartamento do amigo, e também ajudado a jogá-las no mar.

No Twitter, o ministro da Justiça e Segurança Pública Flávio Dino confirmou o avanço das investigações na manhã desta segunda. Além do mandado de prisão contra Maxwell, outros sete mandados de busca e apreensão também foram cumpridos.

Relembre o caso

A vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram mortos a tiros na noite de 14 de março de 2018. Meses após o crime, foram presos dois suspeitos: o vereador Marcello Siciliano (PHS) e Orlando Oliveira de Araújo, acusado de chefiar uma milícia. Eles foram investigados e Siciliano foi descartado como suspeito.

O policial militar reformado Ronnie Lessa foi preso um ano depois, em março de 2019, acusado de ter executado a dupla. O ex-policial militar Élcio Queiroz também foi preso suspeito de ter dirigido o veículo utilizado no crime. As diligências a respeito dos mandantes do homicídio continuam.