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Suspeito de atentado à delegacia de Tijucas é preso 72 horas após o crime

Caso ocorreu na madrugada de domingo (24); outros dois suspeitos foram identificados

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Suspeito de atentado à delegacia de Tijucas é preso 72 horas após o crime
Imagem do suspeito no momento em que apedreja as vidraças da delegacia. Foto: divulgação / PCSC

A Polícia Civil esclareceu em menos de 72 horas o atentado que ocorreu contra o prédio da Delegacia de Polícia de Tijucas, na Grande Florianópolis. Dessa forma, os agentes prenderam um homem de 27 anos na manhã desta quinta-feira (28), suspeito de participar do ataque, que ocorrei na madrugada de domingo (24).

Os investigadores responsáveis pela prisão revelaram também que já identificaram outros dois suspeitos que agora vão responder pelo crime. Além disso, o homem possui antecedentes criminais por roubo e foi para o Presídio de Tijucas, onde permanecerá à disposição da Justiça.

O prédio onde funciona a delegacia de comarca em Tijucas fica na rua Rua São Sebastião. Além disso, imagens registradas por câmeras de monitoramento mostram a casa com vidros das portas e janelas quebrados. Os cacos ficaram espalhados pela sala de espera, com duas pedras de concreto no chão.

Atentado à delegacia

No momento do crime, a delegacia estava fechada – o atendimento ao público ocorre entre 8h e 19h, o que evitou feridos. Já na manhã de segunda-feira (25), a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o dano ao patrimônio público. Os reparos começaram no mesmo dia, e a unidade voltou a funcionar normalmente.

Na ocasião, a instituição divulgou nota afirmando “que atos de violência contra instituições públicas não vamos tolerar e que todas as medidas necessárias vamos adotar para responsabilizar os criminosos”. Algo que, segundo a corporação, se cumpriu com a prisão desta quinta-feira.

Crime e penalidade

Destruir, inutilizar ou deteriorar bens públicos é crime conforme o Artigo 163, § 2º, do Código Penal. A pena varia de 1 a 3 anos de reclusão, além de multa. A lei trata como agravante situações em que o crime tem como motivação o interesse egoístico ou gere grande prejuízo.

O delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, comemorou nas redes sociais a prisão do suspeito. “Não vai ter moleza pra criminoso em SC. Aqui o Bambu ronca”, disse ele.

A investigação é conduzida pela polícia e processada pelo Ministério Público, mesmo sem representação da prefeitura ou do governo, pois se trata de dano ao patrimônio coletivo, mantido com recursos públicos.

Em comunicado, a Polícia Civil destacou: “graças ao trabalho rápido e integrado da equipe policial, o inquérito foi concluído em tempo recorde e encaminhado ao Fórum, demonstrando o compromisso da instituição com a segurança da população e a pronta resposta diante de ataques a órgãos públicos”.

Róbinson Gambôa

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Róbinson Gambôa

Experiênte jornalista, atua na região da Grande Florianópolis, se dedicando aos factuais do dia a dia e também a matérias mais autorais com foco em temas diversos. Entre suas especialisdades está a editoria de política e segurança publica. Gambôa também contribui com conteúdo esportivo.

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