
Na noite de sexta-feira (30), em Porto Belo, a Prefeitura de Itapema afastou uma servidora municipal depois que ela foi flagrada dirigindo um carro oficial fora do horário de trabalho e sem autorização. A administração municipal informou que a funcionária também havia ingerido bebida alcoólica. Por isso, o governo abriu sindicância administrativa para apurar os fatos e definir as responsabilidades.
Flagrante ocorreu fora da atividade oficial
De acordo com a prefeitura, a servidora utilizava um veículo da Secretaria de Turismo sem qualquer vínculo com serviço público naquele momento. Além disso, ela não participava de nenhuma ação institucional nem estava escalada para atividade funcional.
Assim que tomou conhecimento do ocorrido, a secretária de Turismo, Pati Marin, foi até o local acompanhada do procurador-geral do município. No local, ambos confirmaram que o carro deveria estar restrito a serviços administrativos, como transporte de materiais e apoio às atividades da secretaria. Portanto, o uso configurou desvio de finalidade.
Medidas adotadas pela prefeitura
Diante da situação, a prefeitura decidiu afastar a servidora de forma imediata. Em seguida, determinou a abertura de procedimento administrativo para investigar a conduta. Segundo a administração, o processo deve ser formalizado nos próximos dias e seguirá os trâmites legais.
Em nota oficial, o governo municipal afirmou que não tolera uso indevido de bens públicos nem atitudes que coloquem em risco a segurança da população. Além disso, reforçou que vai garantir ampla apuração dos fatos e aplicação das sanções cabíveis, caso a irregularidade seja confirmada.
Importância do controle sobre bens públicos
Casos como esse reacendem o debate sobre responsabilidade no uso de patrimônio público. Veículos oficiais existem para atender ao interesse coletivo e não para fins particulares. Por isso, o uso fora da função pode gerar punições administrativas e, dependendo da gravidade, também consequências judiciais.
Assim, a prefeitura afirma que pretende usar o episódio como exemplo de que a gestão vai manter vigilância sobre seus recursos e cobrar conduta ética dos servidores.

