
Na tarde desta terça-feira (13), uma ação conjunta da Polícia Militar e do Conselho Tutelar prendeu um homem suspeito de agredir o próprio filho, um bebê de apenas dois meses, em Itajaí. A operação ocorreu no loteamento São Francisco de Assis, no bairro Espinheiros, depois de sucessivas denúncias feitas por moradores. O casal havia deixado Ilhota há poucos dias e passou a viver no local. A intervenção aconteceu para conter o risco imediato e garantir a segurança da criança.
Denúncias aceleram resposta das autoridades
Primeiro, vizinhos perceberam sinais claros de maus-tratos. Logo depois, acionaram os órgãos competentes. Em seguida, as equipes foram até a residência, avaliaram a situação e confirmaram indícios de violência. Diante disso, os agentes prenderam o pai no local. Ao mesmo tempo, retiraram o bebê da casa para evitar novas agressões.
Medida protetiva existia, mas convivência continuava
Durante o atendimento, a mãe relatou que possuía uma medida protetiva contra o companheiro. No entanto, apesar da decisão judicial, ambos continuavam vivendo juntos. Após a prisão do pai e a retirada da criança do lar, a mãe afirmou que pretendia ir à delegacia para revogar a medida. Essa informação, portanto, ampliou a preocupação das autoridades quanto à proteção do bebê.
Apuração busca histórico de violência
Enquanto isso, a investigação segue em andamento. As forças de segurança agora apuram relatos de agressões anteriores. Segundo informações iniciais, moradores da região já haviam notado situações preocupantes. Por isso, os investigadores buscam esclarecer se houve reincidência e identificar todas as responsabilidades.
Denunciar ainda é o principal caminho
Por fim, a Polícia Militar e o Conselho Tutelar reforçam que denúncias são fundamentais para interromper ciclos de violência. Sempre que houver suspeita de agressão contra crianças, a orientação é acionar imediatamente os canais oficiais. A proteção da infância depende de resposta rápida, ação firme e participação ativa da sociedade.

