
A Polícia Civil do Paraná investiga um homem que agrediu a própria filha, de 3 anos, no último domingo (5), em Francisco Beltrão, no Sudoeste do estado. Câmeras de segurança registraram a agressão em via pública. Depois disso, a corporação abriu inquérito, ouviu familiares e pediu medidas protetivas de urgência para a menina, o irmão dela e a mãe.
Câmera registrou a agressão
As imagens mostram o homem caminhando pela rua com duas crianças. Em determinado momento, ele atinge a filha no rosto. Com o impacto, a menina cai no chão. Logo em seguida, ela leva a mão à boca, área atingida pela agressão.
Na sequência, um homem se aproxima e questiona o pai sobre o que aconteceu. A partir daí, o caso ganha repercussão e chega às autoridades. Então, a Polícia Civil passa a apurar a conduta do suspeito e as circunstâncias da violência.
Homem confirmou a agressão
O suspeito prestou depoimento na tarde desta quarta-feira (8). Segundo a investigação, ele confirmou que agrediu a filha. Além disso, disse que reagiu ao choro da criança. No entanto, afirmou que não se lembra completamente do episódio.
Enquanto isso, os investigadores seguem reunindo provas. A Polícia Civil já ouviu a mãe, familiares e outras pessoas ligadas ao caso. Agora, a equipe busca novas imagens de câmeras de monitoramento para reconstruir o caminho feito pelo homem com as crianças antes e depois da agressão.
Menina passou por exame
A criança passou por exame de lesão corporal. Porém, o laudo pericial ainda não ficou pronto. O documento deve apontar a gravidade das lesões e ajudar a polícia a definir os próximos passos do inquérito.
Além disso, o Conselho Tutelar acompanha o caso. O órgão atua para proteger a criança e avaliar a situação familiar. Com isso, as autoridades buscam evitar novos episódios de violência e garantir segurança imediata às vítimas.
Polícia pediu medidas protetivas
Diante da gravidade das imagens e dos relatos colhidos, a Polícia Civil pediu medidas protetivas de urgência para a menina, o irmão e a mãe. A solicitação busca afastar riscos e preservar a integridade da família durante a investigação.
Agora, a polícia aguarda novos elementos para concluir a apuração. O caso deve indicar a responsabilidade do suspeito e orientar eventuais medidas judiciais.
Mais uma vez, um episódio de violência contra criança expõe a importância da denúncia rápida. Afinal, quando a agressão sai do silêncio, a rede de proteção consegue agir, interromper o ciclo de violência e proteger quem ainda não consegue se defender sozinho.

