Região Santa Catarina

Operação Bastião investiga imagens de abuso infantil na internet em SC

As equipes cumpriram dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados a um investigado

Operação Bastião investiga imagens de abuso infantil na internet em SC
Foto: Divulgação/Gaeco

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio do CyberGAECO, deflagrou nesta quarta-feira (11) a Operação Bastião. A ação combate crimes de abuso sexual infantojuvenil e pedofilia praticados pela internet.

Além disso, a operação ocorreu em apoio à 5ª Promotoria de Justiça da Comarca de Itajaí, responsável pela investigação que originou a ação.

Durante a ofensiva, as equipes cumpriram dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados a um investigado. Segundo as autoridades, ele é suspeito de produzir, armazenar e compartilhar material ilegal de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes.

As investigações começaram depois que a Polícia Federal repassou informações ao Ministério Público. Os dados foram enviados por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil.

Esse tipo de operação integra a atuação permanente do MPSC no combate a crimes cibernéticos que vitimam crianças e adolescentes. Dessa forma, a instituição reforça o compromisso de proteger esse público vulnerável.

A operação

O nome da operação também tem um significado simbólico. “Bastião”, por exemplo, remete à ideia de fortaleza ou ponto avançado de proteção. Assim, o nome representa a atuação constante do Ministério Público na defesa de crianças e adolescentes contra crimes de exploração sexual.

Durante a operação, o GAECO também contou com o apoio técnico da Polícia Científica de Santa Catarina. A equipe auxiliou na preservação da cadeia de custódia das evidências coletadas.

Agora, os materiais apreendidos serão encaminhados à Polícia Científica. Em seguida, os peritos vão realizar uma análise técnica especializada e extrair dados dos equipamentos.

Depois disso, os resultados serão enviados à equipe responsável pela investigação.

O procedimento tramita em sigilo. Portanto, assim que houver autorização judicial, novas informações poderão ser divulgadas.