
Um delegado aposentado da Polícia Federal foi preso em flagrante por furto na quinta-feira (20), em um supermercado na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Militar, ele pagou R$ 519 no caixa, mas, em seguida, tentou deixar o local com outros produtos que não haviam sido registrados na compra.
Como aconteceu o flagrante?
De acordo com a PM, os funcionários conferiram os produtos que estavam no carrinho e compararam a quantidade com o que o caixa havia registrado. Assim, eles perceberam que algumas mercadorias não apareciam na compra paga pelo cliente.
Logo depois, os seguranças abordaram o homem no estacionamento. Naquele momento, ele colocava as mercadorias no veículo para deixar o local.
Diante da situação, os funcionários impediram a saída e acionaram uma equipe da Polícia Militar. Em seguida, os agentes chegaram ao supermercado e conduziram o aposentado para a delegacia.
Polícia Civil autuou o homem em flagrante
Depois da abordagem, a PM levou a ocorrência para a 16ª Delegacia de Polícia, na Barra da Tijuca. Na unidade, a Polícia Civil autuou o delegado aposentado em flagrante por furto em estabelecimento comercial.
Agora, ele permanece à disposição da Justiça e deverá passar por audiência de custódia.
Funcionários relatam outro caso
Além disso, funcionários disseram aos investigadores que já haviam registrado uma situação semelhante envolvendo o aposentado no mesmo supermercado.
Segundo os relatos, o homem havia sido flagrado anteriormente com produtos que não tinham sido pagos. Na ocasião, porém, ele quitou o valor integral das mercadorias e deixou o estabelecimento sem que os funcionários formalizassem uma denúncia.
Desta vez, no entanto, a equipe decidiu acionar a polícia. Por isso, os agentes registraram a ocorrência e efetuaram a prisão em flagrante.
Justiça vai analisar o caso
A prisão ocorreu depois que os seguranças encontraram mercadorias sem registro na compra. Com isso, a Polícia Civil formalizou o flagrante por furto e encaminhou o caso para a Justiça.
Agora, durante a audiência de custódia, o Judiciário deverá analisar a prisão e definir as próximas medidas do processo.

