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DNA pode ligar desaparecimento de corretora a corpo esquartejado em SC

Análise genética vai comparar material de corpo encontrado em Major Gercino com o DNA da corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas, desaparecida em Florianópolis

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DNA pode ligar desaparecimento de corretora a corpo esquartejado em SC
Imagem: arquivo pessoal

A família da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, realizou nesta quinta-feira (12) um exame de DNA para ajudar nas investigações sobre um corpo esquartejado encontrado na Grande Florianópolis. O material genético será comparado com os restos mortais localizados na quarta-feira (11), em Major Gercino.

Segundo familiares, a Polícia Científica de Santa Catarina informou que o resultado da análise deve ficar pronto entre 20 e 30 dias. Enquanto isso, os investigadores tentam confirmar se existe ligação entre o desaparecimento da corretora e o corpo encontrado às margens de um rio.

Investigação muda de delegacia

Inicialmente, a investigação sobre o corpo esquartejado estava sob responsabilidade da delegacia de São João Batista. No entanto, conforme explicou o delegado Cristiano Sousa, o caso passou para a Delegacia de Roubos e Antissequestro, que conduz as apurações sobre o desaparecimento da corretora.

Além disso, o último registro do carro da vítima foi feito justamente em São João Batista, cidade localizada a cerca de 25 quilômetros de Major Gercino. Por isso, a polícia passou a considerar a possibilidade de relação entre os dois casos.

Desaparecimento levanta suspeitas na família

A família informou que viu Luciani pela última vez no dia 4 de março. No entanto, ela ainda trocou mensagens com parentes até o dia 9.

Apesar disso, o irmão da corretora desconfiou das mensagens enviadas, pois os textos apresentavam erros gramaticais que ela normalmente não cometia. Diante da situação, ele decidiu registrar um boletim de ocorrência.

Em seguida, ao ir até o apartamento da irmã no bairro Ingleses, em Florianópolis, o familiar encontrou o imóvel revirado e com alimentos estragados havia vários dias.

Movimentações financeiras chamam atenção

Durante as investigações, a polícia também identificou diversas transações financeiras nas contas da corretora. Além disso, os investigadores localizaram um empréstimo recente de cerca de R$ 20 mil.

Natural de Alegrete, no Rio Grande do Sul, Luciani morava sozinha em um apartamento alugado em Florianópolis. De acordo com a família, ela levava uma vida simples, mas possuía alguns imóveis registrados em seu nome.

Corpo de mulher foi encontrado mutilado

Na quarta-feira (11), policiais encontraram um corpo esquartejado dentro de um saco às margens de um rio em Major Gercino, na Grande Florianópolis. Além disso, os restos mortais estavam sem cabeça, braços e pés.

Até o momento, a polícia confirmou apenas que o corpo pertence a uma mulher. Portanto, a identificação definitiva dependerá dos exames periciais em andamento.

Enquanto isso, as autoridades continuam investigando o desaparecimento de Luciani e analisam se há ligação direta entre os dois casos.

Alice Soares

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Alice Soares

Alice atua na cobertura do Guararema News na região da Grande Florianópolis. Com foco em temas do cotidiano de quem vive na região, a jornalista contribui com apuração e pesquisa de notícias nacionais, incluindo temas voltados ao entretenimento.

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