
Uma presidiária assumiu ter matado Gabriela Ribeiro Lebarbechon, de 24 anos, na tarde de domingo (21), dentro da Penitenciária Feminina de Criciúma, no Sul de Santa Catarina. A Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social confirmou a ocorrência. Agora, a Polícia Civil investiga como o crime aconteceu e o que motivou a morte.
Crime mobilizou a unidade prisional
Gabriela cumpria pena na Penitenciária Feminina de Criciúma. No sistema prisional, ela era conhecida pelo apelido de “Bibi Perigosa”.
Segundo a secretaria, outra detenta assumiu a autoria do crime logo após a ocorrência. Em seguida, a unidade prisional acionou os protocolos internos e isolou as envolvidas.
Além disso, policiais penais prestaram os primeiros socorros e chamaram o Samu. A equipe médica tentou atender a detenta, mas Gabriela não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na unidade.
Polícia Civil apura motivação
Depois da morte, a administração do presídio encaminhou as custodiadas envolvidas para a autoridade policial. Com isso, a Polícia Civil abriu investigação para esclarecer a dinâmica do crime.
A apuração deve ouvir testemunhas, analisar registros da unidade e verificar se houve briga, ameaça anterior ou conflito entre internas. Portanto, os investigadores ainda precisam reunir elementos para confirmar a motivação.
Até o momento, a secretaria não detalhou qual objeto teria sido usado no crime nem informou se a detenta que assumiu a autoria ficará em isolamento preventivo.
Caso expõe tensão no sistema prisional
O assassinato dentro de uma unidade prisional acende alerta sobre a rotina de segurança no presídio. Embora a Sejuri afirme que adotou os procedimentos previstos, a morte exige uma resposta rápida das autoridades.
Agora, a investigação deve apontar se houve falha operacional, conflito entre facções ou desentendimento interno. Enquanto isso, o caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.
A secretaria informou que acompanha o andamento da ocorrência e mantém os procedimentos administrativos dentro da unidade. A conclusão do inquérito deve indicar as responsabilidades pelo crime.

