
A investigação sobre a morte da corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas ganhou um novo rumo nesta semana, em Florianópolis, após a suspeita de que ela pode ter sido dopada antes do crime. Diante disso, a Polícia Científica de Santa Catarina decidiu ampliar os exames periciais, com foco em análises toxicológicas e genéticas, para identificar possíveis substâncias no organismo da vítima e esclarecer como o crime aconteceu.
Polícia amplia exames e muda foco da investigação
Com essa nova hipótese, os peritos passaram a analisar amostras biológicas em laboratórios especializados. O objetivo é direto, descobrir se houve uso de drogas ou medicamentos que possam ter deixado a vítima incapacitada.
Se a dopagem for confirmada, a investigação ganha outro peso. Nesse cenário, a polícia passa a trabalhar com mais força a hipótese de premeditação, o que pode indicar que o crime foi planejado com antecedência.
Além disso, o trabalho pericial enfrenta desafios importantes. O corpo da vítima foi encontrado esquartejado, o que obrigou a equipe a realizar exames em diferentes partes e, ao mesmo tempo, reconstruir as evidências. Por isso, o processo exige mais tempo, mais técnica e mais precisão.
Complexidade do caso atrasa liberação do corpo
Ao mesmo tempo, a complexidade dos exames impacta diretamente a liberação do corpo. Como os peritos ainda analisam todas as partes encontradas, a liberação depende da conclusão dessas etapas.
Segundo a Polícia Científica, a prioridade é evitar novas identificações futuras que possam prolongar ainda mais o sofrimento da família. Por isso, os técnicos optam por concluir o máximo possível antes de autorizar o sepultamento.
Família cobra respostas e vive luto suspenso
Enquanto a investigação avança, a família enfrenta dias de angústia. Sem o corpo liberado, os familiares ainda não conseguiram realizar o enterro.
Nas redes sociais, eles relatam dor, revolta e, principalmente, a sensação de luto interrompido. A espera por respostas e pela despedida definitiva aumenta o sofrimento a cada dia.
Laudo pode ser decisivo para o caso
Agora, todas as atenções se voltam para o laudo toxicológico. A expectativa é que o resultado saia em até 40 dias.
Esse documento pode mudar completamente o rumo da investigação. Se confirmar a dopagem, ele reforça a tese de crime planejado e pode ajudar a identificar a dinâmica e os responsáveis.
Enquanto isso, o caso segue aberto e mobiliza as autoridades. A ciência trabalha com rigor, passo a passo. Já a família vive a urgência da dor, esperando por respostas que tragam, ao menos, um pouco de justiça.

