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Cantor de pagode é morto a tiros em assalto ao chegar em festa

Leozinho tinha 36 anos e chegava com a família no aniversário de um sobrinho

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Cantor de pagode é morto a tiros em assalto ao chegar em festa
Leozinho tinha 36 anos. Foto: divulgação

Uma noite de celebração de uma família no Rio de Janeiro terminou em tragédia. O cantor de pagode Leandro Pereira Afonso de Souza, o Leozinho, de 36 anos, foi morto a tiros na noite de sexta-feira (23) durante um assalto. O crime ocorreu na Rua Basílio de Brito, no bairro Cachambi, no momento em que o músico chegava para a festa de aniversário de seu sobrinho.

Segundo relatos de familiares e da Polícia Civil, Leozinho desembarcava de um carro de aplicativo com a esposa quando foi abordado por dois criminosos em uma motocicleta roubada. Em um gesto de proteção, o músico pediu que a mulher corresse para dentro da residência. Testemunhas afirmam que o cantor teria reagido à abordagem, momento em que foi atingido por três disparos: dois na perna e um na axila.

Socorro e investigação

Moradores da região socorreram o artista e o levaram para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. Leozinho chegou a ser submetido a uma cirurgia de emergência, mas a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirmou que ele não resistiu aos ferimentos e faleceu na madrugada deste sábado (24).

Os criminosos fugiram logo após os disparos e, até o momento, não foram localizados. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu as investigações e busca imagens de câmeras de segurança que possam identificar a dupla, que já estaria realizando uma série de assaltos a pedestres no bairro antes de abordar o cantor.

Muito conhecido na noite carioca, Leozinho era presença constante em bares e eventos da Zona Norte e do subúrbio. A notícia de sua morte causou comoção entre colegas de profissão. O cantor tinha uma apresentação agendada para a noite deste sábado, que foi cancelada.

Cantor de pagode

“Ele era alegria pura e um talento nato. Morrer assim, na porta de uma festa de família, é uma crueldade sem tamanho”, desabafou um amigo de infância do músico nas redes sociais.

O caso foi inicialmente registrado na 23ª DP (Méier) e agora segue sob sigilo na especializada em homicídios. Ainda não há informações sobre o local e o horário do sepultamento

Róbinson Gambôa

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Róbinson Gambôa

Experiênte jornalista, atua na região da Grande Florianópolis, se dedicando aos factuais do dia a dia e também a matérias mais autorais com foco em temas diversos. Entre suas especialisdades está a editoria de política e segurança publica. Gambôa também contribui com conteúdo esportivo.

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