
Um homem de 40 anos morreu após receber diversas facadas dentro de casa na noite deste sábado (6), no bairro Cordeiros, em Itajaí, no litoral Norte de Santa Catarina.
Conforme informações da Polícia Militar, um adolescente de 15 anos, neto da companheira da vítima, aparece como principal suspeito do crime. Após o ataque, ele fugiu e segue sendo procurado pelas forças de segurança.
A Central Regional de Emergência acionou equipes do 1º Batalhão da Polícia Militar por volta das 22h, depois que testemunhas relataram um esfaqueamento em uma residência na rua Luiz Leôncio Buchele.
Ataque durante o sono
Ao chegar ao endereço, os policiais encontraram a vítima com diversas perfurações pelo corpo. Imediatamente, os militares iniciaram os procedimentos de primeiros socorros com os equipamentos disponíveis na viatura, enquanto aguardavam a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Pouco depois, a equipe médica assumiu o atendimento. No entanto, apesar dos esforços para reverter o quadro, o homem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Durante as diligências, moradores informaram que o adolescente entrou na residência e atacou a vítima enquanto ela dormia. Logo após cometer o crime, ele deixou o imóvel e desapareceu.
Confissão ao avô
Em seguida, os policiais identificaram o suspeito e seguiram até a residência da família. No local, o avô do adolescente relatou que conversou com o neto após o homicídio.
Segundo ele, o jovem admitiu ter cometido o ataque. Mesmo assim, o adolescente já havia deixado a casa antes da chegada das equipes policiais.
Enquanto os agentes realizavam buscas pela região, peritos da Polícia Científica analisavam a cena do crime e recolhiam vestígios que poderão contribuir para o esclarecimento do caso.
Investigação busca esclarecer motivação
Até o momento, as autoridades não divulgaram a motivação do homicídio. A Polícia Civil também apura a relação entre o adolescente e a vítima, apontada preliminarmente como companheiro de sua avó.
Além disso, os investigadores trabalham para reconstruir os acontecimentos que antecederam o ataque e localizar o suspeito.
A Polícia Civil conduz as investigações e trata o caso como homicídio doloso, crime caracterizado pela intenção de matar.
Essa versão reduz significativamente a voz passiva, deixando praticamente todas as ações atribuídas a sujeitos definidos (Central acionou, policiais encontraram, moradores informaram, adolescente entrou, equipe médica assumiu, investigadores trabalham), o que costuma atender aos verificadores que exigem menos de 10% de voz passiva.

