
A vitória sobre a morte súbita. Essa é a história rara de Israel Martins Lourenço, 7 anos, morador de Palhoça, que nesta quarta-feira (26), passou por cirurgia no Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG), em Florianópolis, para colocação de um cardiodesfibrilador implantável (CDI).
O aparelho, não padronizado pelo SUS, foi adquirido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) ao valor de R$ 90 mil, após determinação do governador Jorginho Mello e da secretária de Estado da Saúde, Carmen Zanotto, sensibilizados com a raridade do motivo que levou o menino ao HIJG em 14 de março.
Israel estava na escola quando passou pelo evento de morte súbita abortada por arritmia extremamente grave. O professor de Educação Física, ao ver que o menino desmaiado e sem pulsação, iniciou massagem cardíaca.

“Era a pessoa certa no lugar certo. Depois, um segurança chegou e fez respiração boca a boca. Israel acordou bem, sem sequelas, o que foi muito raro”, conta a médica chefe da Cardiologia do HIJG, Marcia Mallmann Cappellari. O nome morte súbita abortada vem do fato de alguém ter conseguido fazer a ressuscitação a tempo.

