
O Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que está em andamento a construção da nova UTI 2 do Hospital Regional Homero de Miranda Gomes, em São José, na Grande Florianópolis. A unidade irá contar com nove leitos de internação comum e um leito de isolamento.
O novo espaço está sendo implantado nas instalações do antigo Hospital Dia, atualmente desativado. De acordo com a SES, a obra já está em fase de finalização.
Atualmente o Hospital conta com duas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), uma delas aberta durante a pandemia, que se manteve por conta da alta demanda. No entanto, ela não atende às necessidades que preconiza a norma, segundo a engenheira civil e responsável técnica do hospital, Jéssica Paloma Malaguti.
A nova área, então, está sendo criada para desativar a UTI criada no período pandêmico. Com 227 metros quadrados, o projeto da nova unidade está em conformidade com as normas estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), atendendo aos critérios de segurança, habitabilidade e sustentabilidade.
Outras obras
Daywson Koerich, diretor do Hospital Regional de São José (HRSJ), destacou que o projeto faz parte de um conjunto de 31 ações para melhorar as instalações físicas e o atendimento à população, todas elas estabelecidas em resposta ao decreto emergencial.
“Nós estabelecemos esses 31 projetos, que entendemos serem os mais críticos para a melhoria da ambiência e do atendimento à população, dentre eles a construção de uma nova UTI 2, a ampliação dos espaços já existentes, como as salas de espera de todos os ambulatórios e melhoria das instalações físicas e prediais, para evitar inclusive manutenções que são corretivas, mas muito habituais por conta do tempo de existência da unidade hospitalar”, destacou.
Já a ampliação da sala de espera dos ambulatórios está em fase final da Dispensa de Licitação, com previsão para que a obra seja contratada em aproximadamente 30 dias.
Além da UTI 2, o hospital também deve começar em breve a substituição dos telhados da UTI Geral, galeria técnica do ar central, Central de Materiais e Esterilização (CME) e da maternidade. Ainda de acordo com o diretor, essa medida é necessária devido às infiltrações causadas pela antiga cobertura de telhas de amianto, da época da fundação do hospital, que serão substituídas por estruturas metálicas mais duráveis e de baixa manutenção.

