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Moradoras de BC receberão implante gratuito que substitui pípula anticoncepcional

O implante é um pequeno bastão de plástico colocado sob a pele do braço liberando progesterona

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Moradoras de BC receberão implante gratuito que substitui pípula anticoncepcional
Foto: Divulgação / Prefeitura de Balneário Camboriú

Em busca de uma saúde pública cada vez mais acessível, a Prefeitura de Balneário Camboriú, passa a ofertar implante hormonal subdérmico (Implanon), como uma nova alternativa de contraceptivo para mulheres. Neste mês, acontece o primeiro mutirão para colocar o implante nas pessoas que já integram a fila.

Neste primeiro momento, receberão o contraceptivo as mulheres que estão na fila de espera para outros métodos e que se encaixem nos critérios para a colocação do implante.

O implante é um pequeno bastão de plástico colocado sob a pele do braço não dominante da paciente, liberando progesterona na corrente sanguínea da mulher. O método tem eficácia superior a 99% e durabilidade de três anos. Um implante substitui aproximadamente 1.095 pílulas anticoncepcionais e estará disponível gratuitamente para casos específicos.

Para estar apta ao procedimento, a paciente deve ter recomendação médica. Após consulta, que deve ser feita em alguma das Unidades Básicas de Saúde da cidade, um encaminhamento deve ser entregue ao Núcleo para que, então, a paciente faça parte da fila.

Para ser elegível ao implante, a equipe médica deve identificar a paciente em uma das categorias a seguir:

  • Soropositivas para HIV;
  • Adolescentes;
  • Mulheres com três ou mais filhos;
  • Trombofilias;
  • Cardiopatias com contraindicações à gestação;
  • Estenose mitral grave;
  • Histórico de Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Infarto agudo do miocárdio ou trombose venosa profunda;
  • Puérperas de alto risco;
  • Histórico de pré-eclâmpsia grave ou precoce;
  • Síndrome HELLP;
  • Obesidade grau 3;
  • Déficit cognitivo em idade fértil;
  • Distúrbios psiquiátricos;
  • Histórico de notificação no Conselho Tutelar por negligência do pré-natal ou com algum filho;
  • Mulheres na categoria 3 e 4 para outros métodos contraceptivos;
  • Histórico de cirurgia bariátrica disabsortiva;
  • Que tem contraindicação ou que não se adaptaram aos outros métodos não orais;
  • Sangramento aumentado, dismenorreia e endometriose não resolvidos com outros métodos/tratamentos, conforme indicação médica.
Redação Guararema News

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