
Um dos médicos que atendeu a jovem Maria Luiza Bogo Lopes foi afastado após a morte dela e do bebê em Santa Catarina. O Hospital Beatriz Ramos, em Indaial, adotou a medida de forma preventiva e destacou que não há confirmação de culpa.
Além disso, a Polícia Civil abriu investigação para apurar a conduta da equipe médica. Isso porque um laudo da Polícia Científica apontou possíveis falhas nos atendimentos antes do agravamento do quadro.
Hospital apura caso internamente
Em nota, o hospital informou que segue investigando o caso. No entanto, a unidade afirmou que depende do prontuário do Hospital Santo Antônio, em Blumenau, para concluir a análise.
Por outro lado, o hospital de Blumenau explicou que não pode compartilhar o documento diretamente por causa da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Ainda assim, a instituição afirmou que já enviou o prontuário aos órgãos competentes.
Caso também é analisado pelo CRM
Além da apuração interna, o Hospital Beatriz Ramos encaminhou o caso ao Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina. Assim, o órgão deverá avaliar a atuação dos profissionais envolvidos.
Relembre o caso
Maria Luiza morreu horas após o parto. O bebê nasceu sem batimentos cardíacos durante uma cesariana de emergência em Blumenau.
Antes disso, a jovem passou quatro vezes pelo hospital em Indaial. Nos dias anteriores, ela apresentou sintomas como dores no corpo, febre, manchas na pele e queda de plaquetas.
Por fim, o atestado de óbito apontou como causas coagulação intravascular disseminada, descolamento prematuro de placenta e síndrome HELLP.

