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Hospital Infantil de Florianópolis ganha nova Central de Ar Comprimido e Vácuo

Equipamento começou a funcionar nesta semana

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Hospital Infantil de Florianópolis ganha nova Central de Ar Comprimido e Vácuo
Foto: divulgação

Em Florianópolis, entrou em funcionamento nesta semana a nova Central de Ar Comprimido e Vácuo Clínico do Hospital Infantil Joana de Gusmão. Com 48 metros quadrados, o espaço foi construído na área externa do hospital e está equipado com tecnologia moderna para atender à alta demanda.

A obra, viabilizada com recursos do Governo do Estado, busca atender principalmente as enfermarias das Unidades B, C, D e E, além de reduzir a sobrecarga na UTI e no Centro Cirúrgico, permitindo a aplicação segura e eficiente da oxigenoterapia nasal de alto fluxo, modalidade de suporte respiratório não invasivo, indicada para o tratamento de pacientes com bronquiolite viral aguda e outros casos de insuficiência respiratória leve a moderada.

“Essas enfermarias agora têm segurança para receber a terapia nasal de alto fluxo, evitando que as crianças sejam transferidas para a Unidade de Terapia Intensiva. Antes, elas precisavam de cateteres de oxigênio e, posteriormente, ventilação não invasiva e intubação na UTI. Hoje, com os catéteres de alto fluxo, elas podem usar essa tecnologia na unidade de internação, fora da UTI,” destaca Maristela Biazon, diretora do hospital Infantil, que fica no bairro Agronômica.

As máquinas de alto fluxo consomem uma mistura de oxigênio e ar comprimido de cerca de 60 litros por minuto e a rede antiga era subdimensionada, o que fazia cair a pressão, não suprindo as demandas.  As antigas Centrais de Ar Comprimido e Vácuo, em funcionamento há 18 e 30 anos, respectivamente, continuarão operando em conjunto com a nova. O hospital também conta com um tanque de oxigênio criogênico com capacidade para 11.300 litros.

Novos equipamentos

A nova central recebeu dois compressores de ar comprimido de alta eficiência, dois reservatórios primários, dois secadores e uma série de filtros para o tratamento dos gases. Além disso, a central de vácuo foi equipada com duas bombas com capacidade de 70 metros cúbicos por hora.

Para assegurar o fluxo e a pressão eficaz, também foram instalados mais de 580 metros de tubulações de cobre, com 54 milímetros de diâmetro, na cobertura do hospital. A nova rede de tubos vai canalizar a mistura de gases desde a nova central até as enfermarias.

Róbinson Gambôa

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Róbinson Gambôa

Experiênte jornalista, atua na região da Grande Florianópolis, se dedicando aos factuais do dia a dia e também a matérias mais autorais com foco em temas diversos. Entre suas especialisdades está a editoria de política e segurança publica. Gambôa também contribui com conteúdo esportivo.

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