
Neste sábado (03), a primeira superlua de 2026 poderá ser observada em diferentes regiões do Brasil e do mundo, quando a Lua Cheia atinge o ponto mais próximo da Terra em sua órbita, conhecido como perigeu. Por isso, o satélite natural aparece um pouco maior e mais brilhante no céu, o que desperta o interesse de astrônomos, curiosos e observadores ocasionais.
Fenômeno ocorre durante a Lua Cheia
A superlua acontece porque a Lua percorre uma órbita elíptica ao redor da Terra. Assim, em alguns momentos, ela se afasta mais e, em outros, se aproxima. Quando essa aproximação coincide com a fase cheia, o fenômeno ganha o nome popular de superlua.
Nesse cenário, embora a diferença não seja extrema, a Lua pode parecer até 6% maior e cerca de 13% mais brilhante do que em uma Lua Cheia comum. Ainda que sutil, o efeito é perceptível, sobretudo para quem observa com atenção.
Melhor horário para observar
Embora o pico do fenômeno ocorra durante o dia, o melhor momento para observar a superlua será na noite de sábado e também na madrugada seguinte. Nesse período, a Lua surge no horizonte e cria um efeito visual ainda mais impressionante, especialmente em locais com pouca iluminação artificial.
Por isso, quem estiver longe de grandes centros urbanos tende a ter uma experiência mais intensa. Mesmo assim, em áreas urbanas, o fenômeno também poderá ser visto sem a necessidade de equipamentos especiais.
Evento une ciência e contemplação
Além do impacto visual, a superlua reforça a importância da observação astronômica como forma de aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. Ao mesmo tempo, o fenômeno convida à contemplação e ao simples ato de olhar para o céu, algo cada vez mais raro na rotina acelerada das cidades.
Assim, a superlua de janeiro abre o calendário de eventos astronômicos de 2026 e antecipa outras ocorrências semelhantes previstas ao longo do ano.

