
O jogador de futebol Lionel Messi e a Associação do Futebol Argentino (AFA) enfrentam um processo milionário na justiça. A empresa VID, sediada em Miami, acusa o atacante e a entidade de “fraude e quebra de contrato” após o descumprimento de acordos firmados para amistosos realizados em 2025 contra Porto Rico e Venezuela.
Entenda o conflito contratual
Segundo informações reveladas pelo portal TMZ, a VID investiu cerca de US$ 7 milhões (aproximadamente R$ 35 milhões) para organizar e deter os direitos das partidas. O contrato estabelecia uma cláusula que o Messi deveria jogar ao menos 30 minutos em cada jogo, a menos que estivesse lesionado. No entanto, o cenário foi diferente do esperado:
- Ausência polêmica: Messi não entrou em campo contra a Venezuela.
- Camarote de luxo: Enquanto os torcedores aguardavam o ídolo, o camisa 10 assistiu ao jogo de um camarote com sua família.
- Conflito de datas: A indignação da promotora aumentou porque, apenas um dia após o desfalque pela seleção, Messi atuou normalmente pelo Inter Miami.
Prejuízos acumulados e promessas do Messi
Além da ausência do craque, a VID alega que a logística dos eventos gerou perdas financeiras severas. A partida contra Porto Rico, por exemplo, precisou ser transferida para um estádio menor em Fort Lauderdale, resultando em um prejuízo superior a US$ 1 milhão (R$ 5 milhões).
“A VID afirma que Lionel descumpriu seu compromisso e a promotora alega ter arcado com todos os custos operacionais sozinha”, destacou a reportagem original do TMZ.
O que diz a defesa?
Até o momento, a AFA tentou apaziguar a situação prometendo novos confrontos na China em 2026 para compensar os danos. Por fim, a empresa afirma que essas promessas nunca se concretizaram, o que motivou a judicialização do caso.

