
No Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, milhares de pessoas ocuparam as ruas em diversas cidades do Brasil para cobrar melhores condições de trabalho. Entre as principais reivindicações, os manifestantes destacaram o fim da escala 6×1.
Mobilização nacional
Em Brasília, centenas de pessoas se reuniram no Eixão Sul e defenderam pautas como a regulamentação do trabalho por aplicativos e o direito à negociação coletiva. Ao mesmo tempo, atos também ocorreram em cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Rio de Janeiro, reforçando a mobilização nacional.
Reivindicações ampliadas
Além da jornada de trabalho, os protestos incluíram outras demandas. Em Maceió, por exemplo, trabalhadores se concentraram na orla da Pajuçara e cobraram melhores condições laborais e políticas públicas. Já em Campo Grande, cerca de 3 mil pessoas participaram de um ato e pediram concursos públicos e o fim de descontos previdenciários.
Impactos e contexto político
Enquanto isso, algumas manifestações impactaram o trânsito. No Espírito Santo, um protesto interditou um trecho da BR-101. Os atos também ocorreram em meio a tensões políticas entre governo e Congresso, o que intensificou o debate sobre direitos trabalhistas.
Pressão por mudanças
Por fim, as mobilizações aumentaram a pressão sobre o Congresso Nacional para avançar em propostas relacionadas à jornada de trabalho e à ampliação de direitos, especialmente diante das mudanças no mercado e do crescimento do trabalho por aplicativos.

