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Tragédia com Juliana Marins acende alerta para trilheiros em Santa Catarina

Em dois anos foram feitos 271 resgates em trilhas do litoral catarinense

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Tragédia com Juliana Marins acende alerta para trilheiros em Santa Catarina
Foto: Divulgação

De acordo com um levantamento feito pelo Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, entre janeiro de 2023 e junho de 2025, 323 pessoas precisaram de resgate em trilhas no Estado. Os números alertam para os cuidados necessários nesses locais para evitar casos como o de Juliana Marins, que morreu ao cair de um penhasco na Indonésia.

Em dois anos foram feitos 271 resgates em trilhas do litoral catarinense. Na região da Grande Florianópolis, o Morro do Cambirela, em Palhoça, e a trilha da Lagoinha do Leste, em Florianópolis, lideram o número de salvamentos.

De acordo com os bombeiros, a maioria das vítimas são pessoas idosas. De acordo com levantamento, o perfil das vítimas, no interior do Estado, é de idosos com doenças como Alzheimer e Parkinson, e problemas relacionados à saúde mental.

O Corpo de Bombeiros destaca que casos como o de Juliana Marins não são incomuns no Estado. No início de 2023, por exemplo, um homem de 29 anos morreu ao sofrer uma queda de 15 metros em um costão enquanto fazia uma trilha na praia do Pântano do Sul, na região conhecida como “Trilha da Caverna”. A vítima foi encontrada em óbito por politraumatismo no crânio e rosto, além de ter fraturado um membro superior e o fêmur.

Com isso, os bombeiros alertam para que as pessoas sejam cuidadosas ao fazer trilhas. Esses percursos devem ser feitos com guias especializados ou com pessoas que conheçam, verdadeiramente o local. Não é recomendado se aventurar sozinho.