
A Polícia Federal decidiu manter médicos de plantão em tempo integral para atender Jair Bolsonaro dentro da superintendência em Brasília. A corporação adotou o protocolo imediatamente após a prisão preventiva, já que o STF determinou que o ex-presidente deveria receber cuidados contínuos e dignos. Assim, a PF montou uma estrutura que funciona dia e noite, com profissionais prontos para qualquer necessidade.
Defesa tem acesso e remédios foram entregues
Logo após a chegada de Bolsonaro, agentes autorizaram a entrada de seus médicos particulares, que passaram a acompanhá-lo sempre que solicitado. Além disso, a defesa levou uma caixa com medicamentos de uso contínuo, que foi entregue diretamente ao ex-presidente. A PF confirmou que o acesso dos profissionais particulares segue a ordem judicial e ocorre sempre de forma monitorada.
Medida cumpre determinação do STF
O ministro Alexandre de Moraes ordenou que a prisão ocorresse com respeito absoluto à dignidade do custodiado. Por isso, proibiu o uso de algemas, barrou exposição midiática e exigiu acompanhamento médico constante. A PF, portanto, ajustou sua rotina interna e criou uma escala exclusiva de plantão para garantir que a decisão fosse cumprida sem falhas.
Repercussão e próximos passos
A medida rapidamente gerou debates. Aliados de Bolsonaro afirmam que o atendimento reforça a preocupação com a saúde do ex-presidente. Críticos, por outro lado, dizem que o esquema pode levantar dúvidas sobre igualdade de tratamento no sistema penal. Enquanto isso, a prisão preventiva deve passar por análise do STF na próxima sessão virtual, o que pode definir os rumos do caso.
Com atendimento ininterrupto e acompanhamento da defesa, Bolsonaro segue custodiado sob monitoramento rígido, enquanto o STF continua avaliando os desdobramentos jurídicos da prisão.

