
A Copa do Mundo de 2026 começa na quinta-feira (11), nos Estados Unidos, México e Canadá. Enquanto Brasil, Argentina, França, Inglaterra e Espanha carregam o peso do favoritismo, outras seleções entram em campo com menos pressão e muita ambição. Além disso, o novo formato do torneio, agora com 48 participantes, abre espaço para mais surpresas e aumenta as chances de campanhas históricas.
Por isso, especialistas já apontam algumas equipes que podem quebrar prognósticos, eliminar gigantes e transformar o Mundial em uma competição ainda mais emocionante.
Noruega chega forte e sonha alto
A Noruega vive um dos melhores momentos de sua história recente. A seleção construiu uma campanha consistente nas Eliminatórias e, ao mesmo tempo, consolidou uma geração talentosa.
Além disso, o time conta com dois dos principais nomes do futebol europeu. De um lado está o atacante Erling Haaland, referência em gols. Do outro, aparece o meia Martin Ødegaard, responsável por organizar o jogo e acelerar as ações ofensivas.
Por causa dessa combinação de talento individual e crescimento coletivo, muitos analistas colocam os noruegueses entre as seleções mais perigosas fora do grupo das favoritas.
Japão quer dar mais um passo
Nos últimos anos, o Japão deixou de ser apenas uma equipe organizada para se tornar uma seleção capaz de enfrentar qualquer adversário.
Na Copa de 2022, os japoneses derrotaram Alemanha e Espanha. Desde então, mantiveram a evolução técnica, fortaleceram o elenco e ganharam ainda mais experiência internacional.
Além disso, vários atletas atuam nas principais ligas da Europa, o que aumenta a competitividade do grupo. Dessa forma, a seleção asiática chega preparada para buscar uma campanha histórica.
Turquia aposta na juventude
A Turquia retorna ao cenário mundialista cercada de expectativa. Depois de um período de reconstrução, a equipe revelou uma nova geração de jogadores talentosos e ousados.
Entre os destaques aparecem Arda Güler e Kenan Yildiz, dois jovens que já chamam atenção nos maiores campeonatos da Europa.
Por isso, a seleção turca aposta em velocidade, intensidade e criatividade para surpreender adversários mais tradicionais. Se conseguir manter a regularidade, pode avançar além do esperado.
Costa do Marfim quer representar a força africana
A Costa do Marfim também chega credenciada para incomodar os favoritos. A equipe atravessou um ciclo positivo e conseguiu reunir experiência e juventude em um elenco equilibrado.
Além disso, a seleção aposta na força física, na velocidade pelos lados do campo e na consistência defensiva.
Com esse perfil competitivo, os marfinenses acreditam que podem repetir as boas campanhas africanas vistas em edições anteriores da Copa do Mundo.
Marrocos busca provar que não foi acaso
Depois de alcançar as semifinais da Copa de 2022, o Marrocos deixou de ser apenas uma surpresa e passou a ser respeitado entre as principais seleções do planeta.
Agora, a equipe tenta confirmar que aquela campanha histórica não foi obra do acaso. Para isso, mantém a base que brilhou no Catar e aposta novamente em um sistema de jogo sólido e eficiente.
Além disso, os marroquinos chegam ainda mais confiantes. Não por acaso, aparecem como uma das seleções mais perigosas fora do grupo das favoritas.
Novo formato amplia espaço para surpresas
A ampliação da Copa do Mundo representa uma mudança importante. Com mais seleções na disputa e mais vagas nas fases eliminatórias, aumenta também o número de equipes capazes de sonhar com campanhas inéditas.
Por isso, países como Equador, Senegal, Uzbequistão, Jordânia e Cabo Verde aparecem como candidatos a surpreender durante o torneio.
Ao mesmo tempo, o novo formato reduz a margem de erro dos favoritos e cria cenários mais imprevisíveis ao longo da competição.
A Copa das oportunidades
Historicamente, toda Copa do Mundo produz uma grande surpresa. Afinal, o torneio costuma revelar heróis improváveis, campanhas inesquecíveis e histórias que desafiam a lógica.
Em 2026, esse cenário parece ainda mais provável. Com mais seleções, mais jogos e mais oportunidades, as chamadas zebras chegam fortalecidas e prontas para desafiar as potências do futebol mundial.
E justamente por isso a Copa do Mundo continua sendo o maior espetáculo do esporte: porque, muitas vezes, o impossível encontra um jeito de acontecer.

