
O carro de um piloto brasileiro pegou fogo durante uma corrida no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina, no fim de semana. Assim que as chamas começaram, o piloto conseguiu sair rapidamente do veículo, portanto evitou ferimentos graves.
Chamas no box e ação imediata
Durante a parada de troca de pilotos e reabastecimento, o carro começou a soltar fumaça. Logo depois, o fogo se espalhou e obrigou o piloto Leandro Totti a deixar o cockpit com agilidade. Ao mesmo tempo, a equipe correu para utilizar os extintores e iniciar o controle do incêndio.
Conforme informou a organização, uma falha no encaixe da mangueira de combustível provocou vazamento de etanol, o que, por consequência, causou a ignição das chamas. Ainda que o susto tenha sido grande, Totti sofreu apenas queimaduras leves nas mãos e, posteriormente, recebeu atendimento no local.
Estrutura de segurança funcionou
Como previsto nos protocolos do evento Londrina 600 Speed Test, cada box mantinha extintor, cobertor molhado e balde com água à disposição. Dessa forma, a equipe conseguiu agir de maneira rápida e precisa. Além disso, os recursos de segurança impediram que o incêndio ganhasse proporções maiores.
A organização destacou que os procedimentos funcionaram exatamente como planejado. Por isso, o incidente reforça a importância de manter treinamento constante e atenção redobrada em provas de alta velocidade.
Um alerta que ensina
Embora o caso tenha terminado bem, o episódio mostra como o preparo técnico e as respostas imediatas fazem diferença. Assim, a combinação entre protocolos sólidos, equipamentos adequados e equipes treinadas continua sendo fundamental para proteger pilotos e público.

