
O índice Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores, registrou uma queda marginal de 0,07%, fechando aos 157.633 pontos. Embora a perda tenha sido pequena, ela interrompeu uma sequência histórica de 15 altas consecutivas, que durou desde 21 de outubro e acumulou ganhos de 9,48%.
Sequência de recordes da bolsa
No acumulado de 2025, o índice ainda sustenta uma valorização robusta de 31,15%. Entretanto, o pregão não foi estável. O indicador chegou a abrir o dia acima dos 158 mil pontos, mas recuou de forma acentuada, atingindo uma queda de 0,74% no início da tarde. Apesar disso, uma recuperação nas horas seguintes quase anulou o movimento de baixa.
Petrobras pressiona o índice
O principal motor da queda do Ibovespa veio das ações da Petrobras. A desvalorização ocorreu por conta da baixa no preço internacional do petróleo.
Os papéis ordinários, com direito a voto, sofreram um recuo de 2,99%. Da mesma forma, as ações preferenciais, com preferência na distribuição de dividendos, perderam 2,56%, exercendo pressão sobre o índice geral.
Dólar volta a subir
Enquanto a bolsa recuava, o mercado de câmbio também demonstrou ajustes. O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,29, apresentando uma alta de R$ 0,019 (+0,37%).
Assim como a bolsa, a moeda americana também reverteu um movimento de baixa. O dólar chegou a cair para R$ 5,26 pela manhã, mas ganhou força no decorrer do dia, pressionado pelo cenário externo, onde moedas de países emergentes sofreram desvalorização.
Apesar da alta, a divisa mantém uma queda de 1,64% em novembro e de 14,34% em 2025. Na véspera, o dólar havia atingido R$ 5,27, o menor valor registrado desde junho do ano passado.

