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Curtametragem indígena catarinense conquista um kikito no festival de Gramado

Cineasta Gerson Leopoldino mora na Aldeia do Morro dos Cavalos, em Palhoça

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Curtametragem indígena catarinense conquista um kikito no festival de Gramado
Fotos: Divulgação

O filme catarinense Mbya’ Nhendu, do cineasta indígena Gerson Gomes Leopoldino, conquistou na noite desta terça-feira (16) um kikito no 50º Festival Brasileiro do Cinema de Gramado. Na disputa dos curta-metragens, a produção foi a vencedora na categoria melhor trilha-sonora. Mbya’ Nhendu, que fala sobre o som do espírito Guarani, ainda ficou em terceiro lugar na classificação geral dos curtas.

Gerson Leopondino tem 30 anos e é natural de Viamão, no Rio Grande do Sul. Há três anos, ele se transferiu para a Aldeia Yaka Porã, no Morro dos Cavalos, em Palhoça, onde trabalha como produtor cultural. Gerson é casado com a cacique da Aldeia, a professora Eliara, que também é coordenadora geral da comissão Nhemongueta, que reúne caciques Guarani de toda Santa Catarina.

O Festival do Cinema de Gramado é reconhecido como a principal premiação da sétima arte no Brasil, que desde 1973 distribui como prêmio uma estatueta em bronze chamada kikito, o deus do bom humor. A única catarinense até hoje a receber um kikito segue sendo a atriz Andrea Busatto, natural de Itajaí, que hoje reside em Florianópolis e, recentemente, fez uma participação na novela Além da Ilusão, da rede Globo.

Róbinson Gambôa

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Róbinson Gambôa

Experiênte jornalista, atua na região da Grande Florianópolis, se dedicando aos factuais do dia a dia e também a matérias mais autorais com foco em temas diversos. Entre suas especialisdades está a editoria de política e segurança publica. Gambôa também contribui com conteúdo esportivo.

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